9 de dez de 2013

Saiba tudo sobre a abdominoplastia

Após eliminar muito peso, é comum que a região da barriga fique flácida e com excesso de pele. Para solucionar o problema, a cirurgia pode ser uma das medidas mais eficientes. Conheça os detalhes da técnica, saiba o que esperar dela e avalie se este é o melhor momento de fazer a intervenção.

cirurgia plástica abdominal é um procedimento corretivo para retirar o excesso de pele e gordura da região. A técnica, também conhecida como abdominoplastia, é muito procurada por mulheres que eliminaram uma quantidade significativa de peso após passarem por um processo de reeducação alimentar ou até mesmo depois de se submeterem à cirurgia bariátrica. No entanto, antes de recorrer ao procedimento, é importante consultar um especialista, para verificar se a técnica está bem indicada no seu caso.

“A abdominoplastia é uma boa alternativa para aquelas pacientes que estão com a pele ou os músculos abdominais muito flácidos, o que faz com que o abdome tome a forma de um avental,  quando a pele encobre a genitália, dificultando a higiene e até mesmo a caminhada.

Normalmente, isso ocorre após um processo radical de emagrecimento ou depois da gravidez. E se você está atravessando um desses períodos e anda muito incomodada com a aparência da sua barriga, veja se é a hora de investir neste procedimento cirúrgico.

 Antes da cirurgia
Em primeiro lugar, é importante saber que a abdominoplastia é um procedimento cujo propósito não é diminuir a gordura corporal localizada,  mas apenas o excesso de pele do abdome. Por isso, pessoas que estão acima do peso precisam eliminar, primeiro, a quantidade de quilos desejada, para depois se submeterem à cirurgia. Segundo Vanessa, quanto mais próximo do peso ideal a mulher estiver,  melhor será o resultado da intervenção. Por outro lado, para as mulheres que têm dificuldade de eliminar o excesso de gordura, e já se submeteram a diversos tratamentos, sem sucesso, uma opção é associar a lipoaspiração à abdominoplastia, procedimento nomeado de lipoabdominoplastia. A abdominoplastia também costuma ser bem indicada após a cirurgia bariátrica,  independentemente da técnica utilizada para induzir a perda de peso.

Como funciona
A abdominoplastia é realizada por uma incisão transversal acima do púbis. “Sempre procuramos posicionar a incisão de forma que a cicatriz resultante fique escondida pelas roupas íntimas e biquínis”, explica o cirurgião plástico Erick Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Com a técnica, o cirurgião consegue corrigir a frouxidão da musculatura abdominal e ainda remove os excessos de pele da parte inferior do abdome. Em pacientes com muito excesso de pele, uma segunda incisão poderá ser realizada ao redor do umbigo, que voltará à sua posição normal ao final da cirurgia. Para a realização do procedimento, que dura, em média, três horas, a paciente recebe anestesia peridural ou geral.

 De olho nos riscos
Como qualquer cirurgia, a abdominoplastia também oferece alguns riscos, que variam de pessoa para pessoa, de acordo com fatores como idade, histórico de saúde e hábitos de vida. No geral, as mulheres que se submetem à intervenção ficam mais expostas a infecções, hematomas, queloide—quando a cicatrização ocorre de maneira inadequada — trombose e necrose. O risco desses problemas é maior em diabéticas, fumantes, hipertensas e mulheres com problemas cardíacos. De qualquer forma, o ideal é fazer a cirurgia em um hospital equipado com UTI, apenas por precaução.

 O pós-operatório
Em geral, a operada fica internada por pelo menos 24 horas após a cirurgia, para observação. Se, nesse período, ela não apresentar nenhuma complicação, recebe alta. “Antes de liberar a paciente que passou pela cirurgia, vamos avaliar se ela aceitou bem a dieta, se consegue andar sem sentir tontura e se vai ao banheiro sem precisar utilizar sondas”,  explica o cirurgião plástico André Colaneri, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A paciente na maior parte das vezes sai do hospital com um dreno, que é retirado no período de três a cinco dias. “Em casa, também é preciso usar um modelador cirúrgico e ficar atenta com a postura durante o período de acomodação da pele e da cicatrização.  É fundamental andar um pouco curvada para a frente nos primeiros dias, para não sobrecarregar a região do abdome”, aconselha Oliveira.

Também devem ser realizadas no mínimo dez sessões de drenagem linfática e ultrassom, a partir do sétimo dia após o procedimento cirúrgico, para garantir um bom resultado. Durante a fase de recuperação, outro cuidado é evitar o esforço físico. Nos primeiros 15 dias, a paciente deve permanecer em casa, tomar as medicações prescritas e seguir todas as orientações médicas. Por três semanas, a maioria dos médicos também pede que se evite dirigir. Em geral, depois de 30 dias, quase todas as atividades são liberadas, inclusive os exercícios físicos.

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Telefone: (85) 4102-4444 ou 85825399

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